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Primeiro beijo marca mais do que a perda da virgindade

A pesquisadora Sheril Kirshenbaum diz que a maioria pode recordar de até 90% dos detalhes do primeiro toque de lábios. Foto: Getty Images

A pesquisadora Sheril Kirshenbaum diz que a maioria pode recordar de até 90% dos detalhes do primeiro toque de lábios
Foto: Getty Images

Patricia Zwipp

Você acha que as pessoas se lembram mais do primeiro beijo ou da primeira relação sexual? Se apostou que a primeira transa lidera o ranking, errou. De acordo com a pesquisadora Sheril Kirshenbaum, autora do livro The Science of Kissing: What Our Lips Are Telling Us (A Ciência do Beijo: o que os nossos lábios estão nos dizendo, em tradução livre), lançado em janeiro nos Estados Unidos e ainda sem tradução para o português, a maioria pode recordar de até 90% dos detalhes do primeiro toque de lábios, uma memória mais viva do que a da outra experiência.

A cientista, da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, ainda constatou por meio de um experimento - que mediu a corrente magnética no cérebro em resposta a diferentes imagens de beijos - que esse carinho é mais apreciado por mulheres, embora elas normalmente tenham menos satisfação com o ato do que esperavam.

Segundo o jornal Daily Mail, que publicou a pesquisa, diferenças de estilos ao beijar também foram investigadas. Os homens são beijoqueiros mais agressivos, porque tentam passar uma "bomba de testosterona" para a companheira no intuito de conquistá-la. Mas, para as representantes do sexo feminino, a técnica é equivocada. O hormônio liberado durantes beijos menos longos e mais frequentes é o que permanece por mais tempo no corpo da mulher, fazendo com que ela se apaixone mais rapidamente.

Especial para Terra