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Moda valoriza as barriguinhas das futuras mamães

O look casual foi criado com bata de chiffon e calça de alfaitaria. Foto: Zazou/Divulgação

O look casual foi criado com bata de chiffon e calça de alfaitaria
Foto: Zazou/Divulgação

Se você treme só de pensar que vai ter de passar os meses da gravidez vestida como um "saco de batatas" ou um "botijão de gás", acalme-se. A democracia da moda chegou às grávidas e oferece opções para vários estilos.

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Das ousadas às discretas, as modelagens estão adequadas à barriguinha e os modelos seguem as tendências. Renata Dariano, assistente de estilo da Zazou, marca especializada em moda para gestantes, dá dicas para as futuras mamães em relação às roupas básicas que não podem faltar, o número de peças, combinações e tecidos.

Guarda-roupa básico
Antes de tudo, é preciso saber quais são realmente as necessidades do dia-a-dia, dependendo do estilo de vida e da sua profissão. Mas, no primeiro trimestre, as primeiras peças que a gestante começa a perder e, consequentemente, ter vontade de comprar são as calças.

"No primeiro trimestre, eu indico a aquisição de uma calça jeans e uma calça preta de alfaiataria, caso ela trabalhe fora, como escritório. Se é uma profissional liberal, pode comprar uma calça de sarja, que também e ótima para o final de semana", sugere.

Além disso, uma camisa branca é um eterno curinga. Para completar o armário nessa fase, a estilista recomenda um vestido básico de malha em cor única, que, dependendo dos acessórios usados, vai da manhã até a noite.

Estilo de vida dita quantidade
A grávida deve ter em mente sua real necessidade e sua situação financeira, para não desperdiçar dinheiro, já que depois dos nove meses muitas roupas adaptadas para a gestação não serão mais usadas.

Existem grávidas que precisam estar sempre muito arrumadas e se apresentarem bem no seu ambiente de trabalho, como uma advogada ou uma gerente de banco, e por isso tendem a comprar mais peças.

"Se a mulher tem uma vida mais descontraída, pode optar por menos peças, mas que combinem entre si", diz a assistente de estilo. Ela lembra ainda que muitas mamães saiam da maternidade quase com o seu peso anterior e acabam usando as roupas de grávida por dois ou três meses após o parto.

Como são as adaptações
O mais importante e que faz toda diferença nas roupas para grávidas é a modelagem. No caso de vestidos e blusas, eles são maiores na parte da frente, que se ajusta perfeitamente ao tamanho da barriga, o que deixa a peça mais confortável.

Já as calças têm a volta do cós inteira ou parcial de malha, ou tem um elástico interno com casas que vão "andando" conforme a barriga vai crescendo. Há muitas grifes especializadas que produzem peças para durar até o fim da gravidez, desde que a mulher engorde de 9 a 12 quilos - valor recomendados pelos médicos.

As peças podem ser largas, mas isso não é uma regra. "Roupas acentuadas valorizam mais o corpo, principalmente se elas têm modelagem própria para gestantes", diz Renata.

O que evitar
Tecidos ásperos, sintéticos e que armamm ou dão mais volume à peça. É importante que a gestante escolha peças com tecidos confortáveis, como Copiles (tecido inteligente com toque de algodão, que contém microfibras de poliamida, o que o torna até 36% mais macio do que os outros fios sintéticos), malhas de algodão ou que contenham algodão na composição.

Cintura baixa pode?
Se a mulher estiver acostumada a usar, não existe problema. É bom que a gestante continue a usar peças com seu estilo. "Porém, as calças de cintura baixa são curtas nas costas, e isso pode deixar o uso desconfortável", alerta Renata.
Especial para Terra