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 Cinco mulheres contam como invadiram o "clube do bolinha"
07 de março de 2009 16h48 atualizado às 20h55

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Mestre cervejeira, Cilene não só gosta como entende do assunto. Foto: Divulgação

Mestre cervejeira, Cilene não só gosta como entende do assunto
Foto: Divulgação

Apesar de todas as conquistas femininas, especialmente no mercado de trabalho, basta o Dia Internacional da Mulher se aproximar para que algumas estatísticas, bem desanimadoras, pipoquem nos meios de comunicação. Das 100 melhores empresas para se trabalhar no Brasil, por exemplo, apenas oito têm mulheres na presidência. E as diferenças salariais entre funcionários homens e mulheres também continuam a chamar a atenção, especialmente em território nacional.

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Segundo matéria recente publicada pelo site da BBC, as mulheres brasileiras recebem, em média, salários 34% inferiores aos dos homens. O resultado é de um estudo divulgado nesta quinta-feira pela Confederação Sindical Internacional (CSI), com sede em Bruxelas.

A diferença salarial registrada por aqui foi a maior entre os 20 países pesquisados em 2008. Depois do Brasil, a África do Sul é o país com a maior diferença salarial, de 33%, seguida por México (29,8%) e Argentina (26,1%).

Felizmente, há avanços que não costumam ser alvo de pesquisas, mas que têm feito a diferença - ao menos para incentivar as mulheres a continuar investindo em seus sonhos e carreiras.

Cinco mulheres, que decidiram contar um pouco de suas trajetórias profissionais para o Terra(veja os links acima), são a prova de que é possível deixar as estatísticas de lado e, apesar de todas as dificuldades, alcançar postos cobiçados por muitas mulheres, mas até então exclusivos para os homens. Suas profissões? No grupo, há mestre cervejeira, corretora da bolsa de valores, piloto de corrida, caminhoneira e operária. Confira como elas invadiram o "clube do bolinha", sem sair do "salto alto".
Redação Terra